Tefé, AM
Já está pronta a primeira edição de O Agape, o boletim informativo do povo de Deus em Tefé.
Colaboraram nesta edição número 1 os pastores Antonio Rocha, da
Assembleia de Deus Ministério do Belém e João Neto, da Igreja
Presbiteriana Esmirna.
Veja fac-simile do O Agape.
"Por isso exortai-vos uns aos outros, e edificai-vos uns aos outros." (I Tess. 5.11)
quinta-feira, 19 de abril de 2012
sábado, 9 de outubro de 2010
Poder Celestial. Pra quê?
Manaus, AM
Pastores expõem a risco a reputação avalizando candidatos sem compromisso verdadeiro com Deus e sua Igreja. Registre-se que para alguns, a reputação já não é tão boa, visto terem seus ministérios envolvidos nos mais diversos tipos de escândalos e até ocorrências policiais.
Atualmente pastores não desejam mais o poder celestial, para pregarem com autoridade, curarem enfermos, expulsarem demônios; ao contrário, esforçam-se sem medida para de qualquer maneira alcançarem o poder temporal e político. Exemplo disso são dos diversos casos de cisão em denominações (igrejas), as famosas eleições nas convenções de pastores (a mais famosa delas, a CGAD, pelas notícias de escândalos e falcatruas) e mais ultimamente as eleições para cargos políticos no Legislativo e Executivo.
As vigílias e os cultos matutinos de oração, os cultos de ensino e doutrina foram substituídos por reuniões em que os conchavos, muitos destes moralmente reprováveis, envolvem sempre voto “do gado” em troca de cargos e benesses pessoais. É a tônica. Hoje em dia, preferem-se os palanques de comícios aos púlpitos e lugares de oração.
Alguns se apoderando de TVs e Rádios (conquistados com as ofertas e dízimos de pessoas humildes e ignorantes), fazendo mal uso, defendem publicamente candidatos A e B, em pronunciamentos e na propaganda eleitoral, mas se OMITEM em fazer o mesmo em relação ao pecado e à corrupção que assaca o país e a Lei de Deus.
Os púlpitos – aonde somente deviam acessar os santos homens de Deus -, muitas vezes, já não são o espaço para a pregação do evangelho do Poder de Deus – salvação para os que crerem – mas são agora transformados em palanques. Há pastores que defendem candidatos de reputação duvidosa (apanhados com 470 mil reais sem origem e destino declarados, acusados de apropriar-se do salário de assessores, de porte de drogas e porte ilegal de dinheiro e dinheiro falso, de possuir dois CPFs), visto que não são de se esperar de ninguém, ainda mais de alguém que se dizem crentes e ostentam carteirinha de pasotor. Para tanto, há quem se utilize de até de sofismas para levar o “projeto” adiante.
É, o poder celestial parece não ser mais algo que valha a pena obter. O que importa agora é o poder terreno, político e econômico.
São os sinais dos tempos. Maranata. Ora vem, Senhor Jesus!
Pastores expõem a risco a reputação avalizando candidatos sem compromisso verdadeiro com Deus e sua Igreja. Registre-se que para alguns, a reputação já não é tão boa, visto terem seus ministérios envolvidos nos mais diversos tipos de escândalos e até ocorrências policiais.
Atualmente pastores não desejam mais o poder celestial, para pregarem com autoridade, curarem enfermos, expulsarem demônios; ao contrário, esforçam-se sem medida para de qualquer maneira alcançarem o poder temporal e político. Exemplo disso são dos diversos casos de cisão em denominações (igrejas), as famosas eleições nas convenções de pastores (a mais famosa delas, a CGAD, pelas notícias de escândalos e falcatruas) e mais ultimamente as eleições para cargos políticos no Legislativo e Executivo.
As vigílias e os cultos matutinos de oração, os cultos de ensino e doutrina foram substituídos por reuniões em que os conchavos, muitos destes moralmente reprováveis, envolvem sempre voto “do gado” em troca de cargos e benesses pessoais. É a tônica. Hoje em dia, preferem-se os palanques de comícios aos púlpitos e lugares de oração.
Alguns se apoderando de TVs e Rádios (conquistados com as ofertas e dízimos de pessoas humildes e ignorantes), fazendo mal uso, defendem publicamente candidatos A e B, em pronunciamentos e na propaganda eleitoral, mas se OMITEM em fazer o mesmo em relação ao pecado e à corrupção que assaca o país e a Lei de Deus.
Os púlpitos – aonde somente deviam acessar os santos homens de Deus -, muitas vezes, já não são o espaço para a pregação do evangelho do Poder de Deus – salvação para os que crerem – mas são agora transformados em palanques. Há pastores que defendem candidatos de reputação duvidosa (apanhados com 470 mil reais sem origem e destino declarados, acusados de apropriar-se do salário de assessores, de porte de drogas e porte ilegal de dinheiro e dinheiro falso, de possuir dois CPFs), visto que não são de se esperar de ninguém, ainda mais de alguém que se dizem crentes e ostentam carteirinha de pasotor. Para tanto, há quem se utilize de até de sofismas para levar o “projeto” adiante.
É, o poder celestial parece não ser mais algo que valha a pena obter. O que importa agora é o poder terreno, político e econômico.
São os sinais dos tempos. Maranata. Ora vem, Senhor Jesus!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Sofisma: a porta de entrada para a heresia.
Manaus, AM
Por onde entra a heresia na igreja? pelo sofisma.
O que é um sofisma? A filosofia e a lógica explicam bem isso. Em rápidas letras sofisma é o argumento falso para induzir a erro. Veja abaixo o que a Wikipedia informa.
Fiquei estarrecido e preocupado quando ouvi num dia desses que “se até a terça parte dos anjos pecaram”, quanto mais um homem não estaria sujeito a fraquejar, deixando (deliberadamente) de informar que sobre eles – os anjos decaídos - veio o juízo de Deus. A frase foi dita numa tentativa de se justificar voto para um político de reputação duvidosa.
Outro dia ouvi de um irmão que a igreja dele já até concorda com “crentes que jogam em loteria, desde que paguem o dízimo”. O raciocínio é o seguinte: o dízimo tem o condão mágico de purificar a jogatina.
É por essas e outras que a igreja é varrida pelos ventos de doutrinas, teoria da prosperidade, profetadas, frieza espiritual, etc.
O que me preocupa é que tais afirmações não procedem de pastores leigos ou iletrados, mas de homens com formação teológica formal e até mesmo pósgraduados, muitos deles arrotando seus títulos e "saberes". Para tanto "dilaceram" quaisquer regras de hermenêutica bíblica.
Cuidemo-nos, pois o tempo está próximo. A palavra profética é generosa em nos alertar para a apostasia e as heresias.
Examinai tudo e retende o que é bom.
“Sofisma (do grego antigo σόϕισμα -ατος, derivado de σοϕίξεσϑαι "fazer raciocínios capciosos") em filosofia, é um raciocínio aparentemente válido, mas inconclusivo, pois é contrário às próprias leis. Também são considerados sofismas os raciocínios que partem de premissas verdadeiras ou verossímeis, mas que são concluídos de uma forma inadmissível ou absurda. Por definição, o sofisma tem o objetivo de dissimular uma ilusão de verdade, apresentado-a sob esquemas que aparentam seguir as regras da lógica.
É um conceito que remete à ideia de falácia, sem ser necessariamente um sinônimo.
Historicamente o termo sofista, no primeiro e mais comum significado, é equivalente ao paralogismo matemático, que é uma demonstração aparentemente rigorosa que, todavia, conduz a um resultado nitidamente absurdo. Atualmente, no uso freqüente e do senso comum, sofisma é qualquer raciocínio caviloso ou falso, mas que se apresenta com coerência e que tem por objetivo induzir outros indivíduos ao erro mediante ações de má-fé.”
Por onde entra a heresia na igreja? pelo sofisma.
O que é um sofisma? A filosofia e a lógica explicam bem isso. Em rápidas letras sofisma é o argumento falso para induzir a erro. Veja abaixo o que a Wikipedia informa.
Fiquei estarrecido e preocupado quando ouvi num dia desses que “se até a terça parte dos anjos pecaram”, quanto mais um homem não estaria sujeito a fraquejar, deixando (deliberadamente) de informar que sobre eles – os anjos decaídos - veio o juízo de Deus. A frase foi dita numa tentativa de se justificar voto para um político de reputação duvidosa.
Outro dia ouvi de um irmão que a igreja dele já até concorda com “crentes que jogam em loteria, desde que paguem o dízimo”. O raciocínio é o seguinte: o dízimo tem o condão mágico de purificar a jogatina.
É por essas e outras que a igreja é varrida pelos ventos de doutrinas, teoria da prosperidade, profetadas, frieza espiritual, etc.
O que me preocupa é que tais afirmações não procedem de pastores leigos ou iletrados, mas de homens com formação teológica formal e até mesmo pósgraduados, muitos deles arrotando seus títulos e "saberes". Para tanto "dilaceram" quaisquer regras de hermenêutica bíblica.
Cuidemo-nos, pois o tempo está próximo. A palavra profética é generosa em nos alertar para a apostasia e as heresias.
Examinai tudo e retende o que é bom.
“Sofisma (do grego antigo σόϕισμα -ατος, derivado de σοϕίξεσϑαι "fazer raciocínios capciosos") em filosofia, é um raciocínio aparentemente válido, mas inconclusivo, pois é contrário às próprias leis. Também são considerados sofismas os raciocínios que partem de premissas verdadeiras ou verossímeis, mas que são concluídos de uma forma inadmissível ou absurda. Por definição, o sofisma tem o objetivo de dissimular uma ilusão de verdade, apresentado-a sob esquemas que aparentam seguir as regras da lógica.
É um conceito que remete à ideia de falácia, sem ser necessariamente um sinônimo.
Historicamente o termo sofista, no primeiro e mais comum significado, é equivalente ao paralogismo matemático, que é uma demonstração aparentemente rigorosa que, todavia, conduz a um resultado nitidamente absurdo. Atualmente, no uso freqüente e do senso comum, sofisma é qualquer raciocínio caviloso ou falso, mas que se apresenta com coerência e que tem por objetivo induzir outros indivíduos ao erro mediante ações de má-fé.”
sábado, 5 de junho de 2010
Presidente da Assembléia de Deus será candidato a senador.
Manaus, AM
O Painel da Folha de S. Paulo, edição de 24.05, informa que José Wellington Bezerra da Costa, pastor da Assembléia de Deus e presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB), cujo 1º vice-presidente até outro dia era Silas Malafaia, será o primeiro suplente da candidatura de Oreste Quércia (PMDB) ao Senado pelo Estado de São Paulo nas próximas eleições legislativas.
Diz ainda o Painel que "a escolha teve a bênção de Gilberto Kassab, cujo DEM tem entre seus vereadores paulistanos Marta Costa, filha do pastor".
O ex-governador paulista foi alvo de várias denúncias durante seu governo, que lhe renderam vários processos na Justiça, e cuja repercussão fez com que não fosse mais eleito a nenhum cargo desde o fim de seu mandato, em 1990.
É no mínimo constrangedor que - uma vez mais - se misture religião com política, com a candidatura do presidente de uma das maiores convenções da maior denominação evangélica brasileira, ainda no calor da recente saída de Silas Malafaia da organização.
Bons tempos aqueles em que os pastores se preocupavam apenas em pregar o evangelho... Não dá nem pra acreditar!
O Painel da Folha de S. Paulo, edição de 24.05, informa que José Wellington Bezerra da Costa, pastor da Assembléia de Deus e presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil (CGADB), cujo 1º vice-presidente até outro dia era Silas Malafaia, será o primeiro suplente da candidatura de Oreste Quércia (PMDB) ao Senado pelo Estado de São Paulo nas próximas eleições legislativas.
Diz ainda o Painel que "a escolha teve a bênção de Gilberto Kassab, cujo DEM tem entre seus vereadores paulistanos Marta Costa, filha do pastor".
O ex-governador paulista foi alvo de várias denúncias durante seu governo, que lhe renderam vários processos na Justiça, e cuja repercussão fez com que não fosse mais eleito a nenhum cargo desde o fim de seu mandato, em 1990.
É no mínimo constrangedor que - uma vez mais - se misture religião com política, com a candidatura do presidente de uma das maiores convenções da maior denominação evangélica brasileira, ainda no calor da recente saída de Silas Malafaia da organização.
Bons tempos aqueles em que os pastores se preocupavam apenas em pregar o evangelho... Não dá nem pra acreditar!
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Manifesto contra a candidatura de pastores.
Manaus, AM
Bastam as eleições se aproximarem, que se torna absolutamente comum vocês aparecerem em nossas igrejas afirmando que receberam um chamado especial da parte de Deus para se candidatar a algum cargo publico. Entretanto, a história recente do Brasil nos mostra que a chegada de políticos evangélicos a cargos públicos não têm feito diferença na ética política do país, isto porque, o universo político evangélico não constitui, uma referência ética à sociedade brasileira. Basta ver que, nos últimos anos, o envolvimento da maioria dos evangélicos com a política produziu mais males do que benefícios.
Prezados senhores, sem a menor sombra de dúvidas o último escândalo envolvendo "evangélicos" em Brasilia, aponta o momento nevrálgico que vivemos.
Lembro que certa feita enquanto oficializava uma cerimônia fúnebre, um de vocês solicitou-me uma pequena oportunidade para que publicamente pudesse demonstrar sua solidariedade a família enlutada, além obviamente de falar de sua candidatura à Câmara Municipal da Cidade. Fato que obviamente não permiti.
Pois é, em época de eleição é comum receber a solicitação de alguns de vocês os quais em nome de “Deus”, advogam a crença de que o Todo-poderoso os convocou a uma missão hercúlea, a qual somente vocês conseguirão viabilizar.
Caro pastor-político evangélico preciso lhe falar uma coisa: Eu não acredito em messianismos utópicos, nem tampouco em pastores especiais, que trocaram o santo privilégio de ser pregador do Evangelho Eterno por um cargo público qualquer. Aqueles que me conhecem sabem que não advogo a idéia que comumente tem tomado conta de parte dos evangélicos nos dias de hoje. Não creio na manipulação religiosa em nome de Deus, não creio num messianismo onde a utopia de um mundo perfeito se constrói a partir do momento em que crentes são eleitos, não creio na venda casada de votos, nem tampouco no toma-lá-dá-cá onde eleitores são trocados por benesses de politicos.
Isto posto afirmo categoricamente que repudio veementemente suas atitudes, seu fisiologismo além obviamente da safadeza que lhes é comum.
Bastam as eleições se aproximarem, que se torna absolutamente comum vocês aparecerem em nossas igrejas afirmando que receberam um chamado especial da parte de Deus para se candidatar a algum cargo publico. Entretanto, a história recente do Brasil nos mostra que a chegada de políticos evangélicos a cargos públicos não têm feito diferença na ética política do país, isto porque, o universo político evangélico não constitui, uma referência ética à sociedade brasileira. Basta ver que, nos últimos anos, o envolvimento da maioria dos evangélicos com a política produziu mais males do que benefícios.
Prezados senhores, sem a menor sombra de dúvidas o último escândalo envolvendo "evangélicos" em Brasilia, aponta o momento nevrálgico que vivemos.
Lembro que certa feita enquanto oficializava uma cerimônia fúnebre, um de vocês solicitou-me uma pequena oportunidade para que publicamente pudesse demonstrar sua solidariedade a família enlutada, além obviamente de falar de sua candidatura à Câmara Municipal da Cidade. Fato que obviamente não permiti.
Pois é, em época de eleição é comum receber a solicitação de alguns de vocês os quais em nome de “Deus”, advogam a crença de que o Todo-poderoso os convocou a uma missão hercúlea, a qual somente vocês conseguirão viabilizar.
Caro pastor-político evangélico preciso lhe falar uma coisa: Eu não acredito em messianismos utópicos, nem tampouco em pastores especiais, que trocaram o santo privilégio de ser pregador do Evangelho Eterno por um cargo público qualquer. Aqueles que me conhecem sabem que não advogo a idéia que comumente tem tomado conta de parte dos evangélicos nos dias de hoje. Não creio na manipulação religiosa em nome de Deus, não creio num messianismo onde a utopia de um mundo perfeito se constrói a partir do momento em que crentes são eleitos, não creio na venda casada de votos, nem tampouco no toma-lá-dá-cá onde eleitores são trocados por benesses de politicos.
Isto posto afirmo categoricamente que repudio veementemente suas atitudes, seu fisiologismo além obviamente da safadeza que lhes é comum.
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política
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Evangélicos protestam contra "igrejas capitalistas"
Manicoré, AM
(da Folha Online)
Com bandeiras e camisetas que diziam "Marcha pela ética evangélica brasileira. O $HOW tem que parar", cerca de 20 pessoas realizaram um protesto contra lideranças evangélicas durante a Marcha para Jesus.
O alvo dos manifestantes era a teologia da prosperidade, professada por algumas das principais lideranças evangélicas do país, dentre elas a Renascer em Cristo.
"O que estamos vendo é a proclamação de um evangelho monetário. E a Bíblia não é um veículo de lucro", disse Paulo Siqueira, idealizador do protesto.
Teólogo e membro da Igreja do Evangelho Quadrangular, ele afirma que a maior parte das igrejas evangélicas no Brasil virou capitalista.
"Não há lugares para os pobres dentro da igreja. A igreja se tornou um veículo de elitização. Falam de prosperidade, de troca monetária. Se você é pobre, oferte, dizime, e, enquanto isso, muitos pobres padecem no país", diz ele.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Vídeo - Adão e Ivo: a música da discórdia.
Manaus, AM
Veja o vídeo que foi discutido no SUPERPOP, da RedeTV.
Veja o vídeo que foi discutido no SUPERPOP, da RedeTV.
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